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Reencontros: Ele se ajoelhou e lambeu tudo

HISTÓRIAS ERÓTICAS PARA MULHERES LIVRES. INSPIRE-SE E DESPERTE SUA IMAGINAÇÃO PARA SENTIR NA INTENSIDADE QUE VOCÊ DESEJA. CONTOS PARA GOZAR E SE DELEITAR. NA VIDA, NO QUARTO E NA CAMA.

Ele era irmão do meu melhor amigo. Quando eu ia na casa deles na minha adolescência, eu babava toda vez que ele passava pelo corredor. Eu não esperava que, ao nos encontrarmos no trabalho, ele confessasse que sentia minha falta.

Eu passei o crachá na roleta com uma velocidade de uma maratonista. Era apresentação de resultados, e naquele dia especial, meu despertador quebrou e eu acordei 40 min atrasada. Logo no dia que o novo gerente do financeiro começaria seu trabalho.

Socorro.

Me recompus no elevador e tentei domar meus fios indisciplinados. Parecia que tinha levado um choque. Gritei um bom dia pra recepcionista e entrei na sala de reunião sem meu café de todos os dias.

Todo mundo parou pra olhar. Minha coordenadora não demorou:

- Bom dia, Stefani. Muito tráfego?

- Bom dia. Muito.

Precisava parar tudo para falar algo? Que chata. Eu tentava me esconder atrás do meu notebook, mas foi só a escutar a voz dele que eu parei incrédula.

Olhei pra frente e vi um homem alto, com barba grande, óculos dourado, camisa escura longa. Minha única confirmação que era ele eram os olhos brilhantes e a voz. 

A mesma voz que me arrepiava no auge dos meus 14 anos. A mesma voz que disse que eu era linda e deu meu primeiro beijo. A mesma voz que disse que me amava. 

O meu primeiro amor. 

Era ele mesmo. Ele não mostrou sinal nenhum que me reconhecia. Continuou sua apresentação como antes, falando dos números e metas que deveríamos atingir. 

Foi só ele sentar que finalmente ele vi que me reconheceu. Ele pausou seu notebook na mesa e finalmente viu seu olhar de reconhecimento. Aquele sorrisinho no canto da boca. 

Senti as borboletas na minha barriga como se fosse 10 anos atrás. Acabamos a reunião, sentei na minha mesa e continuei meu trabalho, anestesiada. Só conseguia pensar: ele lembra de mim. Ele está aqui. Era como se eu tivesse acordado uma adolescente - eu fiquei com raiva de mim mesma. 

Na saída, peguei minha bolsa e fui apertar o elevador. Vi a mão enorme dele no botão. Os arrepios voltaram.

- Que bom te ver, Sté. Que coincidência boa.

- Muito boa. O Pedro podia ter me dado um heads up, mas tô feliz de te ver aqui. Seja bem vindo

- Ele não falou nada? Hahaha ai Pedro. Eu achei que você sabia. Você tem um tempinho pra um café ali rapidinho? 

Eu não era o tipo de pessoa que seguia meus instintos. Eu preferia pensar, refletir e ir aos poucos. Preferia planejar. Mas naquele momento, meu tico e teco deram aquela freada e eu segui o que eu tava sentindo. O que custa um café? 

- Vamos!

Sentamos ali na varanda de uma cafeteria ali pertinho. Papo vai, papo vem, e eu sentia como se fosse o dia do meu primeiro beijo. 

- Se não fosse a faculdade em outro estado, eu iria querer ficar contigo na época. Mas eu era muito novo. Muito moleque.

- E eu queria beijar outras bocas. Foi como tinha que ser. Mas eu sinto como se hoje fosse o primeiro dia que nos beijamos, sabia? 

Eu fiquei meio chocada com minha falta de filtro. Mas eu sei que ele também queria.

- Poderia ser. Novamente.

Peguei o seu rosto e dei um selinho leve. Ele sorriu na minha boca e aprofundou nosso beijo. O mesmo cheiro. O mesmo jeito de beijar. O mesmo olhar.

Eu estava sendo consumida e eu queria mais. O beijo foi ficando mais quente. E não pensava mais em lugar, tempo, espaço. Eu queria ele ali. Agora. 

- Entra no banheiro depois que eu entrar. Espera cinco minutos.

- O quê? 

- Não quero encontro, não quero rosa, quero aqui e agora. Vai.

Eu levantei e entrei no banheiro, ofegante. Eu claramente tinha pirado, mas no momento, eu não tava nem aí. Eu só queria apagar o fogo que ele acendeu. Foda-se trabalho, foda-se nossa estória. 

Ele entrou meio incrédulo, mas igualmente cheio de desejo. Puxei ele pelo colar da camisa e já ia desabotoando a calça dele. Ele segurou minhas mãos. 

- Vamos mais devagar hoje. Temos tempo pra isso depois. 

Ele levantou minha saia e enquanto me beijava, empurrou a calcinha pro lado e começou a acariciar toda minha vulva. Senti seus dedos ágeis. De um lado pro outro no meu clitóris. De cima pra baixo nos meus lábios. Na minha buceta toda. Ele lembrava como eu gostava. Ele lembrava. 

Ele se ajoelhou e lambeu tudo. Todos os cantos. Eu abafava minha voz. Peguei sua mão e coloquei sob minha boca. 

Eu gozei segurando os cabelos dele, com minhas pernas entrelaçadas no seu quadril. Puta que pariu. Gozei forte. Gozei gostoso. 

-Vamos jantar amanhã? 

Eu ri. Ele riu.

E lá vamos nós. 

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